Há coisas, muito simples, que me trazem uma grande alegria. Finalmente encontrei uma bela colecção de músicas, os respectivos acordes e pautas. As músicas são as da liturgia :)Para quem gosta, mais aqui no CNE...
Há coisas, muito simples, que me trazem uma grande alegria. Finalmente encontrei uma bela colecção de músicas, os respectivos acordes e pautas. As músicas são as da liturgia :)
Ontem, a minha pequenina lembrou-me que os animais faziam coisas, por vezes, não muito boas, porque não pensam, "porque são animais mas, nós pensamos, somos animais racionais". Este conceito de Aristóteles continua a vingar, fazendo-nos superiores à natureza pelo nosso potêncial mas nem tanto pelo que realmente somos.
Um filme brilhante sobre Gurdjieff. Intenso. Alguém quer ver o filme comigo?Man lives his life in sleep, and in sleep he dies
Na importância do nosso tempo, podemos reparar que o mundo não pára quando paramos. Que se somos uma bengala, é melhor não o sermos, porque por um lado a bengala gasta-se e verga-se e por outro o que a usa nem sempre dela precisa e mais ganhava em se exercitar sem a mesma.
Na malaposta está uma peça fabulosa - o Capuchinho Vermelho. Uma recriação original, com muita cantiga, piadas bem feitas e lições de vida fabulosas. Vale mesmo mesmo a pena ver :) Obrigado, Nuno, por esta prenda de natal, excelente.
De uma ponta à outra, o continente africano encontra-se em ruptura. Desde a proliferação da droga, guerra cívil, guerra entre países aos consequentes massacres e à abundância da miséria.
Um filme, de animação, brilhante, de Vincent Paronnaud e Marjane Satrapi"Persepolis" is the poignant story of a young girl coming-of-age in Iran during the Islamic Revolution. It is through the eyes of precocious and outspoken nine-year-old Marjane that we see a people's hopes dashed as fundamentalists take power - forcing the veil on women and imprisoning thousands. Clever and fearless, she outsmarts the "social guardians" and discovers punk, ABBA and Iron Maiden.
Yet when her uncle is senselessly executed and as bombs fall around Tehran in the Iran/Iraq war the daily fear that permeates life in Iran is palpable.
Mais um excelente livro de Ken Blanchard. Gostei bastante da organização do conteúdo e, principalmente, da eficácia dos métodos. Nada como balancear a inteligência emocional e o racional. Obrigado Cat...
E agora, nova leitura, "Briefing for a Descent into Hell" da Doris Lessing. Obrigado mana.We are inside the mind of Professor Charles Watkins (Classics, Cambridge). He is doomed to spin endlessly on a raft on a tropical shore. He discovers a ruined stone city, participates, moon-dazed, in bloody rituals in the paradisal forest, is caught in the swirling, savage was of the Rat-dogs, is borne on the back of the lordly White Bird across the sea of the dead. Finally, the Crystal claims him, whirling him into space among the singing planets...Mais aqui sobre Doris Lessing...
Em conversa surgiu-me uma analogia interessante, somos como rodas dentadas, umas pequenas, quer giram mais depressa, outras maiores, que giram mais devagar. De comum temos o sermos todos rodas dentadas, de termos que executar um trabalho, pois se estivessemos paradas o grande relógio não funcionaria.
Por filisteu ente-se todo aquele que é contrário ao espírito criativo, artístico e até boémio. É alguém que se reveste de uma "moral" inflexivel, de acções práticas muito vocacionadas à sua satisfação e talvez à dos seus pares, se isso lhe trouxer proveito.
Parabéns a Francis Poulenc (7 Janeiro 1899 - 30 Janeiro 1963) e a todos os bons momentos de audição que me proporcionou. Mais aqui...
Constipadito e a aproveitar o cinzentismo do dia, peguei a guitarra. Primeiro precipitei-me na Velha Infância (apesar nunca me ter dado para musicas brasileiras), depois fui aos Pearl Jam e inevitavelmente acabei nos Pink Floyd. Serviu-me de lembranças de duetos de juventude, da alegria das descobertas e do prazer da criatividade.
O barril de petróleo atingiu o recorde de $100 e os americanos estão escandalizados com os lucros das petrolíferas e com o quanto estão a gastar (vê-se bem que não conhecem o sistema cá em Portugal). Mais um pouco e já terão a desculpa necessária para uma guerrita com o Irão. Esperemos que tal não aconteça e que os interesses privados, por milagre, se refreiem.
Ontem fui almoçar ao Centro Comercial e à noite tive que ir a outro e... consegui respirar! Há quem diga que voltamos à ditadura mas se isto é ditadura então gosto dela. Não está em causa o direito a fumar, está em causa a saúde pública e para mim basta ter ficado com a parte superior dos pulmões em carvão à custa de ser fumador passivo, para apoiar esta lei.
O meu exercício para este ano, que implica o que dou e como recebo, é sobre o respeito. Respeitar o próximo, as ideias, as observações, as práticas, aprendendo e praticando que nem tudo se controla e que cada um tem responsabilidade sobre si mesmo.
CARE is a leading humanitarian organization fighting global poverty. We place special focus on working alongside poor women because, equipped with the proper resources, women have the power to help whole families and entire communities escape poverty. Women are at the heart of CARE's community-based efforts to improve basic education, prevent the spread of HIV, increase access to clean water and sanitation, expand economic opportunity and protect natural resources. CARE also delivers emergency aid to survivors of war and natural disasters, and helps people rebuild their lives. Click here for answers to some of our most frequently asked questions (FAQs).
Our Mission
Our mission is to serve individuals and families in the poorest communities in the world. Drawing strength from our global diversity, resources and experience, we promote innovative solutions and are advocates for global responsibility. We facilitate lasting change by:
Guided by the aspirations of local communities, we pursue our mission with both excellence and compassion because the people whom we serve deserve nothing less.
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Hoje em dia é fácil dizer "O Pai Natal não existe". Bom, se não acreditam na segunda magia do natal (a primeira é Jesus) então ao menos que não sejam imprecisos e digam a verdade. O Pai Natal existiu e chamava-se Nicolau. Era o bispo de Mira (na Turquia) algures no século III. Foi um grande auxiliar dos carenciados e principalmente das crianças. Muitos são os milagres relatados sobre ele mas isso pode ser deixado para outro plano. Já agora, só para envergonhar, até a minha pequenina de 5 anos sabe quem é o São Nicolau, por isso, o que custa a um adulto saber???
Que sejam as estradas a vir ao teu encontro;
Apesar das arritmias andarem a persistir o Natal continua em Santa tranquilidade, não faço questão nas correrias a encontros e não faço compras de última hora. Quero é apreciar o momento do Natal que tem estado presente desde o início do mês. Já agora, como diz o cartaz, eu celebro o Natal e não a "época", é triste limitarmo-nos ao politicamente correcto ou, nem sei se pior, à azafama das compras e balancetes de prendas recebidas.
Não é para parecer diferente, não é veia de artista, é um facto consumado e intrínseco na minha existência, preciso de estímulos! Cada vez que não consigo escrever, que me começo a sentir parado, cansado, que as cores perdem o brilho, é porque não estou a ter estímulos.Kiva lets you connect with and loan money to unique small businesses in the developing world. By choosing a business on Kiva.org, you can "sponsor a business" and help the world's working poor make great strides towards economic independence. Throughout the course of the loan (usually 6-12 months), you can receive email journal updates from the business you've sponsored. As loans are repaid, you get your loan money back
Assim como o cirilico foi criado por São Cirilo, também o mesmo se passou com o arménio, pelo Santo Mashtots em 405.
É português, contemporâneo, arquitecto, que ao longo do tempo foi consolidando a técnica e expressão. Um pintor de espaços.
Um documentário isento e muito bem construído, filmado na Coreia do Norte, onde durante 8 meses se segue o percurso de duas adolescentes e das suas familias, para a preparação dos "Mass Games". É curioso ver a referência tão explícita à sublimação do individual para um todo colectivo, com frases tão bem assimiladas, fruto de incontáveis repetições na escola.
Um artigo do Los Angeles Times com fotografias de Luis Sinco, sobre um veterano do Iraque aqui...
Há quem se admire por a radio ter que, obrigatoriamente, passar uma quota de 20% de música portuguesa. Por mim, ainda bem que assim é, de outra forma creio que os nossos artistas teriam poucas hipótses de promoção. Falando na música clássica, que até essa anda desequilibrada entre o elitismo e o populismo, se não houvesse a quota, como ouviria Joly Braga Santos, Carlos Seixas, Lopes Graça? Temos sempre a questão de desprezar o que é nacional e ainda para mais bom.
Para quem já leu o Michael Moorcok (editado há uns bons anos na Europa América) sabe que vale a pena. Esta graphic novel antecede os livros sobre Elric e conta a sua passagem pelas provações que o levarão a ser um "feiticeiro". Mais aqui...
Ouvia o sopro da minha respiração, o gotejar na casa de banho, os sons da vizinha, menos próprios ou próprios de mais, ouvia tudo, incluindo a ausência. No estômago, a ausência de comida clamava por uma ausência maior. Na mente, os pensamentos quedavam-se num abismo virtiginoso que subia a um egrégio estado que todo ele era espírito. No momento de só, um minuto é uma hora, uma hora é um dia e nada contenta porque tudo é vazio.
Gostei muito do documentário "Dong" de Jia Zhang-Ke, onde o realizador acompanha o pintor Liu Xiao-dong na zona das Três Gargantas, na China. Achei muito interessante o pintor falar da maneira como encara o mundo, como tem que se exprimir através do que pinta e como dignifica aqueles que representa. Um trabalho brilhante em técnica e qualidade. Estava a fazer-me falta este "sfumato".
Como esta parece a semana do retiro, aqui ficam mais umas pistas, pelo Gandhi:
Vejo que quando mais se precisa parar, nada pára. Quando mais precisamos de algo, nada temos. Esses ensinamentos recorrentes não servem para amolgar o que somos mas antes para moldar algo de melhor, se retirarmos as devidas lições. Nada há de errado em precisar dos outros mas há de errado se deles tivermos necessidade. Se as nossas questões forem as da solidão, então essa será a nossa mais frequente companheira, até em momentos em que não estamos sós. E como, numa era de comunicação nós nos tornamos cada vez mais sós?
Sempre achei as histórias do Stephen King brilhantes, ou pelo menos com um potencial fabuloso. A passagem para cinema ou televisão, nunca teve o mesmo nível de qualidade da escrita, talvez por uma questão de produção, de realização ou das duas. No entanto, "The Stand" surpreendeu-me, esta mini-série, apesar de ter uma produção fraca, consegue ter um rol de actores bastante interessante (como Gary Sinise do CSI NY). Mais aqui...
Após uma longa fila, que durou bastante tempo, lá chegamos. A exposição do Hermitage no Palácio da Ajuda parece uma colectânea do refugo nos porões mais sujos do museu russo. Soube a pouco, muito pouco, apesar de algumas peças de interesse, continuo a achar a entrada muito cara para a qualidade e quantidade do que estava exposto. Paciência, pode ser que daqui a uns anos estejamos com mais capacidade de requerer obras de maior valor. No entanto, vale sempre a pena ver os quadros do período romântico, que retratam a corte dos czares.