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Estes dias sem palavras foram de ausência. Ausência por férias, ausência por tristeza.
Percebo que por vezes chove, não porque as nuvens tenham água mas porque o céu se entristece.
Há quem parta, deixando na nossa vida o que nos tocou, é bom lembrar as conversas, o empenho, os sonhos, é bom ainda rir lembrando-me das piadas sobre o PRP-BR e as "bombas" sabe-se lá onde, antes da partida. Mas por vezes parte-se depressa, tão depressa que a despedida apenas fica no coração.
Como dizias - "Hasta la victoria, siempre!". E chegaste à vitória.
Maura, ainda hoje não consigo compreender esta tristeza e apesar de todas as teorias que tenha, de tudo no que possa acreditar, nada afasta a terrível lógica de que já não estás cá.
Fica bem.