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No domingo ofereceram o semanário "Sol" com o bilhete do cinema. Fiquei contente, claro que fiquei e fui-me sentar no banco do jardim, no meu lugar ao sol, para me refastelar com informação. Quase tive uma "paragem de digestão" pela qualidade das notícias, mais me parecia estar a ler a "Maria" das elites que falava na habitual roda das cadeiras da alta gestão, ou de onde mora este e aquele. Sinceramente, já não tenho paciência para o óbvio nem aquele tipo de leitura chega para manter um neurónio que seja em actividade.
Será um sintoma de Portugal ou apenas uma coincidência quinhentista?