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Hoje, em conversa com uma amiga reflectimos sobre os comportamentos padrão numa perspectiva do "casal". Chegou-se à conclusão que pouco temos boa educação emocional, ora vejamos, sem partidarismos:
O homem, por razões genéticas, fisiológicas, de hábitos de milhares de anos em sociedade patriarcais e tudo o mais que isso implica a nível psicológico e mental são muito propensos à predisposição para fazer amor.
As mulheres, por todas as mesmas razões, são muito propensas a não ter predisposição para fazer amor.
(vamos aqui salvaguardar as excepções, ok?)
Ao que leva este desequilíbrio de propensões? Maus relacionamentos. E conseguem, homem e mulher entender-se sobre isso?
A mulher acha-se e muito bem, no pleno direito de aplicar as suas energias onde quer e chegar ao fim do dia e não ter energia para envolvimentos emocionais e físicos. O homem tem que respeitar isso. Mas o problema começa quando (e infelizmente já ouvi muito sobre isto, portanto é real) a mulher tem vontade e sabe que basta um toque para o homem estar à sua disposição (porque supostamente ele está sempre disponivel).
Por acaso toda esta visão fez-me um estranho click e tudo isto pareceu-me uma grande falta de educação e um desequilibrio psicológico muito maquiavélico com profundas raizes inconscientes.
Sinceramente, espero de um homem e mulher do século XXI um pouco mais de entendimento, de abertura, de diálogo sobre as questões e não a prática de guerras psicológicas que em tudo apenas desgastam e servem de conversas em cafés.
Onde estão as prioridades? Como atingir o equilibrio? Será que tudo deve continuar como está ou devemos passar a ser mais inteligentes emocionalmente?