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Comecei a compreender o que era o sebastianismo, o quinto império, comecei a compreender o que era Portugal e o que era ser português, por um homem que era tudo isso. Passados anos, com a semente germinada e mais um dinheiro no bolso, agarrei o "Diário de Alcestes" e por esses anos fora fui adquirindo a sua obra. Com todo esse conhecimento, que há que reavivar, fui crescendo como pessoa. Há sementes tão fortes que até no mais duro solo germinam. De resto, fica um grande obrigado a alguém que é digno de honras e memória.
“Crente é pouco, sê-te Deus
e para o nada que é tudo
inventa caminhos teus”
Agostinho da Silva, Uns Poemas de Agostinho
1 comment:
Uma das coisas que dele mais me ficarou na memória foi a expressão, relativamente a Portugal: "Não somos Deuses. Mas temos a obrigação de o ser!". E de facto devíamo-nos, pelo menos, ter em mais elevada consideração.
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