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De facto temos a certeza de muito poucas coisas, ou praticamente nada, nem mesmo temos a certeza da mortalidade a não ser quando ela chega ou quando começamos a dar relevo à decaída do nosso corpo.
Do princípio ao fim, cumprimos as obrigações sociais mas há quem se sinta descontente, quem ache que o racional não explica tudo, muito menos o que se passa dentro de nós, há quem ache que a filosofia também não explica tudo, que a rotina e o desejo de querer não podem ser os objectivos de uma vida. Um dia o Homem confronta-se com ele próprio e aí começa a jornada, à descoberta de si.
Quem tem coragem de trilhar o caminho menos percorrido?
Onde começa o medo?
Que preconceitos existem?
Desmistificar e desconstruir o que aceitamos por certo, remover paredes, criar novas fundações, remexer na terra do nosso ser para o tornar mais fértil. Será que custa? Porquê?
Aceitando o desafio da vida, não basta viver.
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