Isto de acordar todos os dias às 5 da manhã, tem muito que se lhe diga, o dia torna-se mais produtivo e a noite também.
Thursday, March 27, 2008
Sem sono... uma semana
Isto de acordar todos os dias às 5 da manhã, tem muito que se lhe diga, o dia torna-se mais produtivo e a noite também.
Monday, March 24, 2008
Já não há paciência :)
No domingo ofereceram o semanário "Sol" com o bilhete do cinema. Fiquei contente, claro que fiquei e fui-me sentar no banco do jardim, no meu lugar ao sol, para me refastelar com informação. Quase tive uma "paragem de digestão" pela qualidade das notícias, mais me parecia estar a ler a "Maria" das elites que falava na habitual roda das cadeiras da alta gestão, ou de onde mora este e aquele. Sinceramente, já não tenho paciência para o óbvio nem aquele tipo de leitura chega para manter um neurónio que seja em actividade.Será um sintoma de Portugal ou apenas uma coincidência quinhentista?
Friday, March 21, 2008
Primavera, Poesia e Sexta-feira Santa
The human seasons
FOUR Seasons fill the measure of the year;
There are four seasons in the mind of man:
He has his lusty Spring, when fancy clear
Takes in all beauty with an easy span:
He has his Summer, when luxuriously
Spring’s honey’d cud of youthful thought he loves
To ruminate, and by such dreaming high
Is nearest unto heaven: quiet coves
His soul has in its Autumn, when his wings
He furleth close; contented so to look
On mists in idleness—to let fair things
Pass by unheeded as a threshold brook.
He has his Winter too of pale misfeature,
Or else he would forego his mortal nature.
1820 - John Keats
Thursday, March 20, 2008
Wednesday, March 19, 2008
Arthur C. Clarke
Lembro-me de 2001: Odisseia no espaço, um filme estranho, completamente estranho, psicadélico(?!) para a minha idade, com uma música que me preencheu ao longo de anos, o poema sinfónico "Also Sprach Zarathustra". Lembro-me da série "Misterious Universe". Devorei a longa e quase infinda saga "Foundation" e outros tantos livros.Ontem, Sir Arthur C. Clarke, embarcou numa outra viagem...
Tuesday, March 18, 2008
All day and all of the night
Stranglers no seu melhor, meus ricos 15 anos!
Stranglers - All Day And All Of The Night
I'm not content to be with you in the day-time
Girl
I want to be with you all of the time.
The only time I feel alright is by your side.
Girl
I want to be with you all of the time
All day and all of the night
all day and all of the night
All day and all of the night.
I believe that you and me last forever
Oh yeah
all day and night-time yours
leave me never!
The only time I teel alright is by your side.
Girl
I want to be with you all of the time
All day and all of the night
all day and all of the night.
I believe that you and me last forever
. . .
Girl
I want to be with you all of the time
. . .
Sunday, March 16, 2008
Friday, March 14, 2008
Pensamentos
De há um ano para cá, que a morte de pessoas que conheço ou a breve ameaça de tal, se tem tornado de forma chocante, uma constante. Sei que é das coisas mais absolutas e concretas, talvez a maior certeza de todas mas, no fundo, nunca esperamos por ela.Procuro as lições que daí advêm e vejo que não há nada como viver em verdade e viver de verdade, que não podemos ter paragens longas mas breves e o suficiente para voltar a partir e que, sem dúvida, a obra deve ser feita de forma a que qualquer outro também a faça.
Strings
Wednesday, March 12, 2008
Monday, March 10, 2008
Pela fotografia
Preciso de momentos, de tempo inerte, amovível, seguro, meu. Preciso de tempo meu. Preciso de tempo para o que é meu e a fotografia é um pouco de mim, como vi, como olhei, o que senti, o que desejei...É um momento fixo que, para sempre, ficará retido, no meu para sempre. No momento de maior fragilidade apenas uma foto garante que tudo é estável.
Wednesday, March 05, 2008
Lugares Mágicos de Portugal e Espanha
Como prenda de Páscoa, antecipada, recebi este livro bastante interessante, complementar à Enciclopédia de Lugares Mágicos, do Público (15 volumes). Por incrível que pareça há muito mais material, ou mais diversidade, na secção de Espanha, no entanto não deixa de ser uma peça de referência e estudo.De Paulo Loução, Jesús Callejo e Tomás Martínez, editado pela Ésquilo.
Monday, March 03, 2008
Mais um pouco, o fim do mundo
Parece que cada vez mais o fim se aproxima, quer seja o da New Age que proclama 2012 (mas de que calendário???), quer seja por documentários auto-promovedores, ou pela simples constatação da realidade.Para mim, o maior fim do mundo não é aquele em que um dia tudo acaba mas sim o dia em que falhamos por mudar e essa é uma constante óbvia tantas vezes por dia.
Sunday, March 02, 2008
Berlim
A peça é interessante, um narrador activo que faz funcionar os vários intervenientes e diferentes locais; Os actores perseguidos pelos seus pensamentos sólidos que os sufocam. Gostei de tudo, inclusivé do contrabaixo que tocava mas, há uma pedra de toque, uma constante no teatro português, dito intelectual, que me continua a perturbar...Berlim
de Gonçalo M. Tavares
Versão Cénica e Encenação João Mota
Elenco: Alvaro Correia , João Tempera, Mariana Filipa, Judite Dias, Tânia Alves, Marco Paiva , Miguel Sermão, Jorge Andrade e Alexandre Lopes
Musica original e contrabaixo: Miguel Leiria Pereira
Mais aqui...
É claro que valeu a companhia.
Friday, February 29, 2008
Não sei quantas almas tenho
Não sei quantas almas tenho.
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem;
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que segue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo : "Fui eu ?"
Deus sabe, porque o escreveu.
Fernando Pessoa
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem;
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que segue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo : "Fui eu ?"
Deus sabe, porque o escreveu.
Fernando Pessoa
Wednesday, February 27, 2008
Tuesday, February 26, 2008
A amizade também é mousse de limão
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